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Papel de parede para escritório e espaços de trabalho em casa. A seleção move-se entre dois registos: padrões neutros — geometrias em bege, greige e preto e branco — que sossegam a parede atrás da secretária e se portam bem como fundo de videochamada; e padrões com carácter, do leopardo em chartreuse às riscas curvas em terracota, para quem quer exatamente o oposto do escritório neutro.

A parede que aparece na câmara. Se trabalhas com vídeo, a parede atrás de ti passou
a ser cenário. Padrões de escala pequena e contraste baixo — greige, bege, linhas finas —
lêem-se bem em vídeo e não competem contigo. Padrões grandes e de alto contraste fazem o
contrário: puxam o olho e, com a compressão da chamada, chegam a tremer na imagem. Se a
parede da câmara é uma e a do resto da divisão é outra, vale a pena tratá-las de forma
diferente.

Escritórios são divisões pequenas. É a regra em casa portuguesa: o escritório fica no
quarto que sobrou. Tons quentes neutros dão-lhe ar, e riscas verticais puxam o olhar para
cima quando o pé-direito é baixo. Um padrão escuro numa divisão sem luz natural fecha o
espaço — nesse caso, forra só a parede de fundo e deixa as outras lisas.

Uma parede chega. Não é preciso forrar as quatro. A parede atrás da secretária, ou a
que se vê ao entrar, faz o trabalho todo por uma fração do custo e do tempo de aplicação.

Formatos. O papel de parede vem em painéis de largura fixa e escolhe-se a altura na
escada de tamanhos — mede-se o pé-direito e sobe-se para o tamanho seguinte. Para paredes
grandes há também o formato em rolo. A forma de aplicar escolhe-se em cada produto:
tradicional com cola, pré-colado que ativa com água, ou autocolante.

Escritório